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História da Tapioca Tapioca de Chocolate com Morango Tapioca de Maracujá

A farinha-de-pau, de manic ou manibot - hoje dita mandioca, era feita ralando-se a raiz que cresce dentro da terra em três ou quatro meses, tornando-se tão grossa quanto a coxa de um homem e longa mais ou menos de 1 pé e meio. Depois de arrancá-la, secavam-na ao fogo ou ralavam-na, ainda fresca, numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontudas, reduzindo-a a uma farinha alva, empapada, que ia para um recipiente comprido, de palha trançada - tipiti, para escorrer e secar. Alimento pobre, saboroso e facilmente digerível - principalmente quando fresco, essa farinha não serve para fazer pão, mas é perfeita para a farofa, beijus, pirões, sopas e mingaus. A gente da terra fazia com ela um mingau grosso, ou comia-a pura mesmo, pegando-a com quatro dedos na vasilha e atirando-a de longe a boca, com tal engenho e arte que não perdia um só farelo. E os brancos, tentando imitar - confessa Jean de Lery, francês, e que veio para o Brasil com o Monsenhor de Villa Ganhão (como rezam os documentos), sujavam o rosto, as ventas, bochechas e barbas. As mulheres daqui faziam também grandes bolas com a massa de aypi, que espremiam entre as mãos. O caldo cor de leite era colhido em vasilhas de barro e exposto ao sol. O calor condensava e coagulava a beberragem, como coalhada.
Cozinhando no fogo, é um bom alimento. O
estadunidense John Casper Branner queria
exportar a farofa para o mundo. Daí surgiu a
tapioca, que era doce e feito com a fécula da
mandioca, uma espécie de beiju recheado
 com côco, tanto o recheio quanto o
  adoçante foram introduzidos pelos
     portugueses.

Tapioca de maracujá Tapioca de maracujá Tapioca de maracujá Tapioca de maracujá

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